Márcia acompanhou evolução da instituição e espera que cresça mais ainda (Foto: Thaís Luz)

Anos de trabalho resumem mudança pessoal e profissional de coordenadora

31/10/2017 - Por Thalita Cortez

Onze anos marcam a história de Márcia Oreste, 38, professora e coordenadora da Aprata. Ela iniciou suas atividades como auxiliar administrativo, após três anos de trabalho, foi escolhida para participar da coordenação e em 2015 convidada para atuar também como professora na disciplina voltada às técnicas administrativas.

Ao longo dos anos, viveu todas as fases importantes da entidade, umas delas foi a reforma da estrutura física do local e a garantia de materiais escolares para os alunos utilizarem nas aulas. “Na época que eu entrei a situação estava bem difícil financeiramente, eu lembro que a assistente social falava que tínhamos que dividir borracha, lápis, as apostilas eram todas de sulfite grampeado e não conseguia encadernar”, conta.

S coordenadora sonha em sempre proporcionar o melhor para a sua família (Foto: Cedida)
A coordenadora busca sempre proporcionar o melhor para sua família (Foto: Cedida)

A colaborada lembra da estrutura oferecida pela instituição, referente à tecnologia, utilizavam a datilografia para as aulas de informática, os cursos mantinham disponibilizados aos alunos, máquinas de escrever. Mudanças começaram a ocorrer devido às promoções realizadas, como a venda de batatas para arrecadar verbas, além do crescimento de parcerias que contribuíram para a melhora do local.

“Mudou muita coisa aqui, quem entrou que nem eu, viu um pouco da evolução, uma grande evolução”. Fazer parte da história de uma instituição que procura o bem dos outros, para ela é gratificante. Ao falar da Aprata, e do reconhecimento que foi depositado em seu trabalho, a coordenadora lembra que sempre sonhou com o momento em que a instituição pudesse oferecer uma boa estrutura aos alunos.

Todos os anos trabalhados somaram conhecimento para ela, uma vez que, ao acompanhar as principais conquistas e necessidades de cada aprendiz, vê o lugar não apenas como seu local de trabalho, mas também acredita no desenvolvimento dos jovens, para que possam ter uma vida diferente a de suas famílias. 

O emprego também trouxe mudanças em sua vida pessoal, hoje com uma família estruturada seu sonho é manter uma vida agradável e feliz ao lado do marido e do filho que teve recentemente.

Momentos marcantes são relembrados por ela, ao ver as conquistas da entidade, como as salas de estudo, que atualmente são todas equipadas, com cadeiras almofadadas, data show e ar condicionado. “Acredito e tenho certeza que o progresso do local vai muito mais além”.