Professora estimula o espírito empreendedor dos alunos (Foto: Thaís Luz)

Aprendizes trabalham com criações de empresas na entidade

20/10/2017 - Por Michele Santos

Os jovens aprendizes das aulas de Técnicas de Escritório da Aprata estão desenvolvendo um trabalho de criação de empresas. A apresentação será no dia 24 de outubro na própria instituição e contará com a presença de representantes de empresas da cidade para avaliar os trabalhos.

O objetivo é desenvolver o espírito empreendedor nos alunos. A professora do curso, Márcia Oreste, explica que o conteúdo foi passado de forma teórica em sala de aula e agora eles estão desenvolvendo a prática. “A ideia é que eles criem coisas novas ou pegar algo que existe e fazer um diferencial, incrementando ou deixando diferente dos outros, estimulando o trabalho em equipe”.

São duas turmas, cinco grupos no período da manhã e cinco à tarde, cada um contém cinco pessoas. A professora relata que eles precisam desenvolver o nome, áreas de atuação, logotipo, slogan, planejamento, estratégia, missão, visão e valores, além de montar equipe de trabalho, organograma, uniformes, crachás, demonstração de produtos, preços, marketing utilizado na divulgação, horário de funcionamento e plano de trabalho do local.

Os trabalhos possuem temas diversos, como empresas que se preocupam com o meio ambiente e criam sabonetes ecológicos ou cosméticos 100% sustentáveis, firma de chocolate, frigorífico, imobiliária, restaurante e pizzaria.

O jovem aprendiz, Luan Santos, 19, conta que montou uma empresa fictícia que produz cosméticos sustentáveis. A professora propôs esse trabalho para ser desenvolvida a criatividade, dinamismo dos alunos, além de aplicar todo conhecimento adquirido em sala de aula. “Eu percebo o quanto crescemos quando criamos uma empresa do nada e pensando em tudo, aprendemos a ter cooperação, dividir tarefas e o mais importante adquirir mais conhecimento”.

Márcia explica que no final do trabalho é possível perceber quem soube trabalhar em equipe, “muitos vão ser apenas um grupo e não vão atingir os objetivos propostos, já outros é possível ver o quanto se empenharam e usaram a criatividade”.

“Nós convocamos representantes, eles não conhecem os alunos, então vão avaliar de forma justa e eu apenas atribuo uma nota”, completa a professora. Se a empresa gostar do trabalho, ela pode colocar em prática e o aluno ganha a chance de desenvolver o seu projeto.